30 de jul de 2013

Depois de um dia de trabalho estafante, eu me sinto bem assim

Me preparando para um pequeno recesso de meio de ano, contagem regressiva *huhuuu*!
Quando estiver feliz,
eu rogo que você
pare para perceber,
e aí proclame,
sussurre ou pense:
"se isso não é o melhor, não sei o que mais seria"

29 de jul de 2013

O Papa e o Chimarrão

O Chimarrão é a nossa bebida típica, aqui do Sul do Brasil. Mais do que uma bebida, é um ritual, um companheiro. O Papa Francisco é argentino e com os países fronteiriços partilhamos muitos costumes, dentre eles o chimarrão (ou mate).

http://imguol.com/c/noticias/2013/07/25/25jul2013---durante-passagem-pela-praia-de-copacabana-a-bordo-do-papamovel-nesta-quinta-feira-25-papa-francisco-aproveita-para-provar-chimarrao-oferecido-por-peregrino-argentino-o-santo-padre-faz-1374787528666_1920x1079.jpg

O Chimarrão é símbolo da acolhida, da amizade, da conversa, da reflexão.
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Desde os tempos de Argentina que ele mateava!
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Até o Papa João Paulo II deu suas bicadas em um chima e por isso a gente dizia: ucho, ucho, ucho, o Papa é gaúcho!

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27 de jul de 2013

Viver no Mato: a história de Cris Cavasotto

Eis um sonho, morar um tempo no mato de novo. De novo porque, talvez alguns saibam, uns...20 anos atrás eu morei pouco tempo em uma comunidade alternativa. Não tínhamos luz elétrica e o chuveiro era a cachoeira nos fundos da casa mas, gente, o pessoal era feliz e se gostava. Lembro que, seguidamente, estávamos cantando e, lá de vez em quando, vinha um vizinho com uma viola (sul de MG) pra alegrar a noite. Domingo pegávamos a estrada de chão cedinho, pra ir na "vizinha" (uns quilômetros dali), passa o dia, conversar, visitar o outro sítio, comer umas roscas de polvilho feitas na hora (guardo o sabor na memória até hoje) e conviver com GENTE no mais estrito senso da palavra: humanos que se importam uns com os outros, que colaboram, que se ajudam...
Também confesso que queria viver a experiência, uns tempos, sozinha, não todo o tempo, talvez, mas ter a experiência.
Encontrei a reportagem abaixo e compartilho com vocês. Me dá uma saudade, uma nostalgia, uma ânsia de uma vida que me chama...


Você deve estar lendo este jornal sentado, em casa, rodeado por facilidades da vida moderna. E, depois de uma semana de ralação, começa a curtir o fim de semana de descanso. Por um instante, imagine que você abriu mão de tudo. E, para cair fora desse sistema, decidiu ir morar sozinho, em uma propriedade rural. Difícil? A história de Cris Cavasotto, 39 anos, mostra que nem tanto. Durante dois anos, ela viveu sozinha em um sítio em Maquiné, no meio da Mata Atlântica.


26 de jul de 2013

Melhorando, mais bem do que mal

Com a ajuda de três peludas!

    Fonte: http://www.catsuthecat.com/blogs/comics

24 de jul de 2013

23 de jul de 2013

22 de jul de 2013

Na madruga: tossindo e chiando

Parece que vai ser mais um "daqueles" dias...

PONTOS POSITIVOS:

  • primeira noite sem febre;
  • voltei a ter um pouco de fome;
  • menos dor de garganta.
PONTOS NEGATIVOS
  • dormi, no máximo 3 horas esta noite;
  • muita tosse ainda (nem é tão negativo, porque significa que as coisas ruins estão saindo), mas incomoda;
  • não posso deitar, a garganta fecha, chio demais, fica difícil respirar.

RESUMO: bah, mas esta peste me pegou de jeito, me nocauteou mesmo! Mas tô melhorando...
 


20 de jul de 2013

Dia do amigo: presença, virtualidade e...gateiras!

Pra mim são todos os dias que tenho a oportunidade de conviver com meus amigos, mas inventaram um dia para celebrar isso. 
Pois bem, dedico esta postagem a todos os meus amigos (aquariana não vive sem) presenciais e, especialmente, aos virtuais (que eram presenciais e se tornaram virtuais, vice-versa, aos que até agora são virtuais)!

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E, mais especialmente ainda, às gateiras, que nos últimos anos têm sido uma maravilhosa fonte de conversas, companhias, viagens etc.

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17 de jul de 2013

Avaliação adoentada

Well...lembram que eu disse que encaranguei de frio na segunda-feira? Pois é...ontem veio o resultado: dor-de-garganta, que se transformou em febre e que veio junto com dores no corpo. Duas coisas me preocupavam: 1. a avaliação que tenho que fazer em uma turma amanhã. Não dá pra cancelar, última avaliação do semestre e muito em cima. 2. uma caminhada que eu tinha planejado de ir no sábado (e dizem vai estar um frio de renguear cusco), à noite (Caminhada da Lua Cheia) e combinado com um amigo (que deve estar pensando que eu coloquei vudu no passeio hehehe).. Menos mal, foi transferida.
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Tô eu aqui, consolada pelas peludas que estão me dando mais calor do que eu posso suportar e naquele jogo de paciência quando a gente está doente: sinto sono? Sim? Não? São só meus olhos ardendo.Deixo a bateria acabar? Tomo água? Mas eu tenho que levantar. Preguiça + desalojar as gatas. Mas eu tenho que tomar bastante líquido, mas assim eu vou ter que levantar à noite para ir ao banheiro....Doença é um saco!!!

13 de jul de 2013

Louca. Assumida. Querendo ser cada vez mais doida...

...do bem!
Nos chamam de loucos, num mundo em que os certos fazem bombas

12 de jul de 2013

Silêncio, por favor?!

Pelo que me lembre, hoje é o último dia de aulas deste semestre nas escolas estaduais. Só isso pode explicar o barulho horroroso que vem da rua da frente. Isso que eu não moro bem na beira da rua!!! Desde cedo crianças e, principalmente, pré e adolescente não gritam, eles BERRAM!!! Devo ter alguma síndrome que me torna intolerante ao som alto. Pior que a gurizada, hoje em dia, berra como tivessem apanhando, sendo maltratados, espancados. A gente vai ver, pensando que algum bandido, criminoso, tarado os pegou e estão só "brincando". A gente vê na mídia vários casos que nos custam a acreditar de que os vizinhos ou alguém na rua não ouviram os gritos desesperados de alguma vítima de violência mas, neste contexto, se grita tanto atualmente que devem ter pensado: "deve ser os jovens em seus empurra-empurra". Existem momentos de gritaria entre a juventude, normal, muita energia. O que me espanta é que nunca hajam momentos de silêncio ou que a barulhada se prolongue e prolongue. 
Eu que, normalmente, já gostaria de viver afastada e mais perto da natureza nestas horas tenho vontade me mudar HOJE para algum eremitério, caverna, cabana (vá lá, alguns confortos são bons) e ter a maioria dos momentos de paz e silêncio.

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UM POUCO DE SILÊNCIO

Lya Luft – Pensar é transgredir, 2004

Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço da sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem informado. É indispensável circular, ser bem-relacionado. Quem não corre com a manada, praticamente nem existe. Se não tomar cuidado, põem-no numa jaula: um animal estranho.
Pressionados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou por trilhos determinados – como hamsters que se alimentam da sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa ou dentro de si mesmo ameaça quem apanha um susto de cada vez que examina a sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não «se arranjou» ninguém – como se a amizade ou o amor se «arranjasse» numa loja.
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Pensamos logo em depressão: quem sabe terapia e antidepressivos? Uma criança que não brinca ou salta ou participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio assusta-nos por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se observa outro ângulo de nós mesmos. Damo-nos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre a casa, o trabalho e o bar, a praia ou o campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo para além desse que paga contas, faz amor, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais os seus desejos e medos, os seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruído, ruídos. Chegamos a casa e ligamos a televisão antes de largarmos a carteira ou a pasta. Não é para assistirmos a um programa: é pela distração.
O silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de vermos quem – ou o que – somos, adiamos o confronto com a nossa alma sem máscaras.
Mas, se aprendermos a gostar um pouco de sossego, descobrimos – em nós e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente negativas.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém me pôs a mão no meu ombro de criança e disse:
— Fica quietinha um momento só, escuta a chuva a chegar.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela nos refazemos para voltarmos mais inteiros ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, dêem-me isso: um pouco de silêncio bom, para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito para além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos.

Benta é uma fonte de divertimento

Tá sempre aprontando!

11 de jul de 2013

Falando na Mel ir no veterinário

De: http://www.catsuthecat.com/blogs/comics

Colocar a Mel na caixa de transporte e, principalmente, tirar (em cima da mesa do vet) é como desgrudar chiclete do sapato!


Querida Mel não morde quando vai no vet, mas resiste muito, faz cocô, vomita, dá uns miados pesarosos, grossos, lá do fundo da garganta. Agora, na consulta, é um doce, absolutamente TODOS os veterinários elogiam como ela é dócil e mansa


10 de jul de 2013

Edição extra: Mel no vet

Descobri que a Mel estava com uma unha encravada (!!!). Como eu não queria tentar cortar e, de repente, fazer um estrago na bichinha, resolvi levar no vet, que tem um bem na frente aqui do condomínio (maravilha!). Lá fomos nós, ela detesta sair de casa, é sempre cocô e, às vezes, vômito. Coloco um pano em cima da caixa de transporte, pra ela não estressar muito mas, mesmo assim, ela dá uns miados loucos.
Entramos, desgrudei a gata de dentro da caixa e foi examinada. Ela é um doce, muito mansa e meiga no vet. 
O elogio do dia foi:
VET: que idade ela tem?
EU: 10 anos.
VET: 10 anos?? Não parece! Muito bem cuidada!
[Cris toda pimpona]
[Mel: várias plásticas e botox, meu filho. Tá pensando que ficar com tudo em cima é fácil?]


Mel: eu sou jovem!

Curativo

Mel está se sentindo assim...
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Cartuns: adoro e alguns são de uma delicadeza sem par!

Liniers é um deles e um de meus favoritos!

[Me dei conta de que estou vivo]
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/quadrin/f30209200907.htm


Já este me lembrou uma passagem da vida de Francisco de Assis

- Não tem nada para me dar?
-Desculpe, mas estou sem um tostão.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/quadrin/f33007200907.htm

9 de jul de 2013

Homenagem ao Shake

Às vezes me dá, assim, uma ideia do nada, caída do espaço. Estava eu vendo uma postagem do Shake e me veio a lembrança desta música que muito embalou as reuniões dançantes da minha juventude. Ai, como era bom!