24 de mai de 2013

O poder da gratidão


Cultivar a gratidão é um dos maiores poderes que temos e muitas vezes não sabemos. Porque a gratidão não é o maior bem de quem dá, mas de quem recebe. Parece estranho, mas é isso aí. Quando estou meio pra baixo, paro e começo a agradecer: ter corpo com saúde, abrigo, roupas, comida, paz em casa, cobertores, trabalho, poder respirar (ainda vou fazer uma postagem só sobre isso) etc. São tantas coisas que parece que um bálsamo vai se espalhando e, de repente, já estou melhor. Quando eu era mais jovem eu agradecia, mas não tanto, só por coisas mais extraordinárias, eu ignorava o tanto que tenho para agradecer. Com a sabedoria que vem com o tempo (e com os que sabem cultivá-la porque, vamos combinar, tem um monte de gente velha e ignorante da vida, né?) eu aprendi a cultivar a gratidão e desde lá isso é uma benção, um mantra, uma oração.
Ontem, especialmente, estava um dia difícil (e tem sido este semestre) e o poder da gratidão me atingiu em cheio, diluiu todas as manchinhas escuras da minha aura e me cobriu de alívio.
Agradeça por seus companheiros (humanos e não humanos), por sentir o cheiro (de manhã, o frescor da terra, é o máximo), por ver em cores (já viram coisa mais miraculosa do que ver...EM CORES?!), por sentir com o tato as diferentes texturas (o pelo das gatas, uma folha que caiu na minha cabeça enquanto eu estava na parada de ônibus, o rugoso do tronco da árvore ao lado da mesma parada de ônibus), enfim, temos tanto a agradecer.
Obrigada a vocês, amigas e amigos virtuais e presenciais, que enfeitam a minha vida!

P.s.: sim, me divirto em ver a reação das pessoas quando estou inebriada nas minhas "viagens" espirituais. O episódio na parada de ônibus quase me fez rir de algumas pessoas que me olham e devem pensar: essa aí tá doidona...hehehe

2 comentários:

  1. Amiga querida, escrevi um comentário, mas acho que não publiquei, pois na hora em que estava revisando chegaram o Tiago e o
    Germano e aí a vovó babona só brincou com ele.
    Pois bem, não lembro do que escrevi, mas tenho certeza que concordei com o que escreveste e disse que ainda certamente teríamos tempo para tomar chimarrão com os bolinhos de mel que fiz, um bom chá com conversa fora e quem sabe aquele vinho gostoso.
    O Germano adorou o Mimi que fica espiando aqui ao pé da página e fez com os olhinhos os mesmos movimentos. Perguntou-me se o mimi tinha papai e mamãe e eu disse que sim, mas que não estavam ali com ele. Depois de um tempo ele disse "o mimi não chora porque o papai saiu né vovó?" Aí eu disse que o papai e a mamãe são os dois que aparecem do outro lado.
    Como não ser grata por uma bênção assim?
    Beijinho,
    Beth

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    Respostas
    1. Ai, que fofo!
      Beth, teu comentário saiu sim, mas em outro post hehehe

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É muito bom ler outras pessoas participando aqui mas, por favor, eu também quero comentar: retirem a verificação de palavras do blogue de vocês!
Obrigada!