15 de jan de 2013

Soltando, deixando ir...

Às vezes tem coisas na vida que a gente até gosta, mas tem que deixar ir. Outras a gente gostou e não gosta mais e, outras ainda, nem gostava tanto assim, mas estava acostumada. Desde objetos, hábitos, pessoas...
Estou em época de altas limpezas e estabelecimentos de prioridades. A gente não dá conta de tudo com o mesmo sucesso, então algumas coisas eu estou mantendo e fazendo, outras "tô empurrando com a barriga" (consciente de não estar fazendo o melhor) e outras tô largando pelo caminho porque não me servem mais, não me dão mais tesão, não são prioridades ou estão atravancando. 

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Este deixar ir nem sempre é tranquilíssimo. Comparo com trocar as penas, os pelos, a casca, a pele. A gente tem uma certa noção de algo está se soltando, é uma lacuna. Porque para ficar livre ou abrir espaço para o novo é preciso, antes, de se esvaziar. Sabe aquela sensação de estar perdendo os dentes que a gente tem quando é criança ou em sonhos? Algo assim, um tipo brando de terror e perda...Depois vem os dentes novos.

6 comentários:

  1. Olá, Cris,

    Por mais doloroso que seja, o desapego é necessário - ele renova e evita dores futuras, pois nada, absolutamente nada é nosso!! - porém, enquanto estão conosco, que haja gratidão!!

    Na natureza não há apegos!!

    Tenha uma ótima noite,

    beijinhos,

    Lígia e turminha ✿⊱╮

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  2. Desejo sinceramente que tenhas sucesso nessa empreitada de esvaziar-se, para que o novo chegue sem precisar atropelar nada...
    Gatinhos e escrava mandam beijinhos.

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  3. Oi, Cris
    muito legal teu blog
    adorei mesmo!
    Tuas publicaçãoes são bem legais!
    Um grande abraço
    e um ótimo final de semana
    muita luz e muita paz
    G.

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  4. Você sabe que isso chega a me irritar? Não sei do que me desfaço e não sei o que mantenho para mim! Procuro jogar fora tudo o que não me serve, mas tempos depois, sinto falta de alguns desses objeto!! Ou então mantenho coisas que continuam não me servindo! De qualquer modo, é melhor nem ficar pensando muito e procurar não se apegar demais ou até mesmo, esquecer! A sensação de liberdade é indescritível!

    Beijos!

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    Respostas
    1. Lívia:
      Eu faço assim: deixo os objetos que não uso faz muito tempo em "estágio probatório". Por exemplo, se em um ano não uso determinadas coisas, me livro delas. Muita coisa a gente pode pedir emprestado ou comprar se precisar. Quantas vezes eu guardei e na hora que precisei nem me lembrei (ou não achei mesmo) e tive que dar outro jeito.

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É muito bom ler outras pessoas participando aqui mas, por favor, eu também quero comentar: retirem a verificação de palavras do blogue de vocês!
Obrigada!