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2 de jun. de 2022

Fazer login com o Google

 Pessoal,  alguém sabe resolver esse problema?  Fui comentar em alguns blogs e aparecia esta mensagem no campo de comentário: "Para deixar um comentário, clique no botão abaixo e faça login com o Google."

 Me loguei várias vezes e continuava aparecendo o mesmo texto.

 Ou seja,  estou incomunicável.  Combina bastante com a situação que estou vivendo.  Eu estou fazendo essa postagem por um programa de reconhecimento de voz e que passa direto para escrita, a gente só tem que revisar.

 Acontece que eu quebrei a minha mão dominante (direita),  bem na primeira semana de férias. Que fase, gente, que fase!

 Espero que todo mundo esteja bem  e vou tentar resolver,  na voz,  este problema que o Google me colocou.

 Fiquem bem e se cuidem muito!

😘

26 de mar. de 2022

E la casa va!

 Algumas fotos para mostrar como vai a casa, jardim e quintal.

Já adianto que o jardim (frente da casa), não foi como eu imaginava. Moro em uma alameda, ou seja, tem uma casa de frente para a outra, com um caminho no meio que, supostamente não devia passar carros (o limite é 15 mim de carga e descarga). No entaaaantooo, a boa educação e a civilidade não são qualidades sedimentadas no ser humano e, muito menos, nos brasileiros. Então, algumas pessoas acham que todas as frentes, de todas as casas, são espaços livres para seus capetinhas, quer dizer, filhos, passarem por cima. Isso e uma certa aridez da terra (possível de ser corrigida, mas não com estes vizinhos pisoteando) me fizeram ver que existia o jardim idealizado e o jardim possível. Consequentemente, estou plantando o que se dá até com pisoteamento, cactos, boldo brasileiro (Plectranthus barbatus Andrews), boldinho (Plectranthus ornatus Codd) etc.

Meu quintal, por outro lado, é atrás da casa e tenho controle sobre ele. Estou, neste ano, alimentando a terra e conhecendo a luminosidade e ventos, mas já plantei:



Fruta do sabiá, que atrai os pássaros.

Maravilha, que já floriu...maravilhosamente.

Nasceu espontaneamente: tomate cereja.

Nasceu espontaneamente: pepino. 

A safra foi mais do que dadivosa!

Está assim agora, numa visão geral. Agroquintal hehehe

Demorou, mas a batata doce cobriu boa parte do solo.

Milho de pipoca.

Manjericão, daquele bem cheiroso de colocar na pizza.

Tomate "normal".

Coroa-de-cristo amarela em vasos, para delimitar as áreas da frente.

Sim, é preciso, na marra, delimitar as áreas, pois os seres elevados espiritualmente passam com motos, deixam suja de terra, de pneus etc. É um respeito tão imenso que vocês não fazem ideia...afff
Por essas e por outras que considero este meu tempo na casa como uma espécie de estágio probatório, de transição para outras possibilidades futuras. E assim fico tão envolvida quando faço as coisas da terra que sinto que é meu novo ciclo (seja lá aonde ele vá se cumprir).
Pois operei de novo a outra pálpebra...a esquerda. Não me queixo, estou me recuperando bem, estou com os dois olhos funcionais, coisas da vida, tem gente que passa por muito pior.
Nosso aprendizado, na vida, na maioria dos casos, não é fashion nas montanhas do Nepal, mas discreto no enfrentamento dos perrengues do dia-a-dia.
Só sei dizer que tem sido um curso intensivo de viver, principalmente neste dois últimos anos.
E vocês? O que têm aprendido?


29 de dez. de 2021

Tudo novo, de novo!

 Daí que eu dei tchau para meus antigos céus, com gratidão.



E dei boas vindas aos novos céus, à vida que flui.



Pois me disseram para ir plantar batatas...e eu fui! Só que um bicho roeu todas 😕



Mas mesmo o solo ruim traz surpresas, como este pé de Marcela ou Macela (Achyrocline satureioides)



Ou este de Mastruço (Coronopus didymus) que eu amooo! Tinha sonhos de ter mastruço.



E várias outras florzinhas e algumas PANCs (plantas alimentícias não convencionais) que nasceram por vontade e pela colaboração dos passarinhos.



E, finalmente, "habemos gatil"!



As gatas já podem curtir um espaço maior, ventinho, liberdade para as correrias!



Na parte da frente (jardim), estou fazendo fileiras de cactáceas. Aqui uma de ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), perto da cerquinha branca, e outra de cacto pera (Opuntia brasliensis). Provavelmente serei a Bruxa da 85, mas como é uma alameda, com casas bem de frente uma para a outra, eu prefiro mais privacidade e as crianças e adolescentes NÃO pisando no meu jardim. Então a solução foi concentrar tudo que tem espinhos ali.


Nova casa, nova cidade, nova(s): descobertas, oportunidades, perspectivas, disposições, rumos...assim é a vida.


Entre pontos positivos e negativos, a gente vai se equilibrando e aprendendo. Apesar dos perrengues, a vida é boa!

12 de out. de 2021

Notícias da casa (fico devendo fotos)

Estava num vou-não-vou para a casa e, depois das cirurgias, decidi ir. Foi o pontapé final. Minha irmã teve que ficar subindo e descendo as escadarias do prédio e, eu mesma, fiquei meio ilhada por causa das escadas. Resumindo: comecei a reforma.

A primeira fase, além de um calvário para ligar luz e água (pasmem), foi com o pedreiro. Coisas básicas, porque quero o simples do simples. A área não tinha telheiro e coloquei telha transparente, afinal, se chove as roupas têm que ter lugar abrigado, né?

Nos fundos coloquei um caminho de laje para poder trabalhar. Não fiz muro nos fundos, deixei tela e levantei com uma outra tela sobreposta que tinha. Ficou arejado e com visibilidade para o município vizinho (Viamão). Vou poder sentar, tomar chimarrão, trabalhar, com um pouco de paisagem.

Na parte de trás da casa, fiz como se fosse um puxadinho, mas aberto, onde vai ser o cátio, gátio, gatil (pátio das gatas). Falta colocar as grades, assim elas vão ter visual para o quintal e também vai ser arejado. Com o tempo, quero colocar umas prateleiras para elas subirem.

Então o que falta são as grades, para as gatas, e o piso.  

Amanhã vou lá, para orçamento das telas das janelas (como se dizia antigamente "lá vai barão!") e aproveito para tirar umas fotinhos de como está ficando. Estou com as mãos que são uns leques para plantar.

Na falta de fotos da casa, seguem imagens dos céus de 2021, enquanto estou neste apto:







9 de ago. de 2020

Reflexões da pandemia 2: artes, pães

Estes dias, sem pão em casa e sem vontade de sair, resolvi fazer pão, depois de séculos sem me aventurar nesta nobre arte.


Costumo acordar de madrugada e estava um dia bem frio. Misturei ingredientes (farinha, fermento biológico, água morninha e um pouco de açúcar), coloquei embaixo da bacia uma panela, também com água morna e, para minha surpresa, a massa cresceu! Sucesso! E eu, bem pasma, porque foi muito fácil.


O primeiro foi com farinha refinada. Ficou com um gosto daqueles pães do interior, de minha infância, que eu já não sentia mais, nem nos pães caseiros que comprei depois.


Comi com azeite de oliva. Se estivesse em um campo, pastoreando, não me sentiria deslocada.


Depois do sucesso inesperado, comecei a ficar abusada e decidi tentar fazer aqueles pãezinhos orientais que são cozidos no vapor. Fui no oráculo (Google) para me informar e testei na madrugada seguinte. Fiquei mais admirada ainda porque deu certo!


Algumas madrugadas depois e já com farinha integral, parti para uma fermentação natural. Farinha, água quase morna e um pouco de mel. Coloquei em um pote, só com a tampa por cima (sem fechar, sem lacrar) e guardei dentro do armário e olhava todos os dias para ver como estava. Dias frios, levou uns 3 ou 4 dias para fermentar. Misturei mais farinha, sovei e deixei crescer (em cima de panela com água morna, inverno, né?). E ... deu certo! Detalhe: não tenho forno, só tenho um fogareiro elétrico de uma boca. Meus pães são assados em frigideira/caçarola, fogo baixo (é boca de cerâmica, não é daqueles que tem resistência elétrica). 


Uma das tantas coisas que a quarentena tem me ensinado, ou reforçado, são as artes caseiras e o reaproveitamento. Aproveito praticamente tudo! Um retorno aos tempos do não desperdício, da paciência, do devagar, de esperar. 

Fermentação natural e recheado com queijo ralado e alecrim

27 de jun. de 2020

10 céus para a Chica, de Céus e Palavras

Adoro olhar para o céu e sou uma obstinada observadora de nuvens, sou fascinada por elas. Moro em lugar alto e, de minha janela, consigo ver o sol nascendo. Como costumo levantar cedo, quase sempre assisto a estes espetáculos "de camarote".
Todas as fotos abaixo foram tiradas de minha janela, em meu celular e não passaram por nenhum filtro ou editor de imagens.
Segue esta postagem, como presente, para outra apreciadora dos céus do blog http://ceuepalavras.blogspot.com/.











26 de jun. de 2020

Pandemia: 100 dias na Grande Reclusão

Entre 4f e hoje fizeram 100 dias que estou guardando o distanciamento social. Ok, que eu sempre fui introvertida e amo ficar em casa...mas é diferente. Assim como gosto muito de minha casa, também gosto de sair para caminhar ao léu. E isso ficou mais difícil de fazer.
Tanta coisa aconteceu e está acontecendo, que é difícil comentar tudo. Coisas no mundo (pandemia), nos países separadamente (levantes, protestos, manifestações, líderes sem caráter...) e em nosso pequeno entorno.
Nas primeiras 3 semanas, a sensação era uma mistura de pasmo, descrédito e confusão. Eu olhava pela janela e, apesar de não termos adotado o lockdown, nestas primeiras semanas as ruas ficaram vazias, acho que todo mundo estava meio apalermado. Eu lembro mais disso, ficar olhando pela janela, saber da loucura das pessoas atrás de papel higiênico e álcool gel.
Depois, retomei as coisas que eu já vinha organizando, desde as férias e não tinha terminado tudo. Fiz uma limpeza nos livros, nos papéis, comprovantes, coisas da casa. Minimalismo à toda!
Tive baixas, Mel se foi, algumas pessoas (2) da família tiveram AVC, algumas doenças aqui e ali. Agradeço, ainda, porque fora a Mel (que se libertou), ninguém ficou grave. Apesar de que, nesta fase de pandemia, é ruim ir para o hospital, sempre é, mas agora é pior, né?
E, agora, entrei em um período muito produtivo. Estou retomando artigos que estavam pela metade, que eu tinha guardado pastas com idéias e submetendo para publicação.
Fora isso, tenho pensado muito. Que época melhor para pensar do que esta? Fazer uma avaliação geral de nossa vida, tenho me livrado de muitos pesos, muita coisa, material ou espiritual, que eu vinha carregando, em alguns casos, há anos. Revendo amizades, atitudes, comportamentos, metas...
Sei que é um tempo muito difícil para muitos, mas tenho aproveitado a "quarentena" do melhor jeito que posso.
Definitivamente, não sairei mais a mesma. Já estou muito distante do que era.
Espero que todos pudessem aproveitar esta chance. Sei que muitos não aproveitarão, mas não posso tomar o remédio pelos outros. Cada um tem que tomar o seu próprio remédio.
Espero que todos estejam bem e se cuidem! Com saúde não se brinca. Não deixem se contaminar ... por raiva ou idéias negativas. Aproveite este tempo e vamos nos reciclar.

9 de out. de 2018

Minha primeira bebida probiótica

Estes dias vi, no YouTube, uma receita de uma bebida de abacaxi (Tepache): cascas, açúcar mascavo e água. Só. Como eu tinha comprado um abacaxi e não estava muito doce, tirei a casca com generosas partes da polpa, piquei e fiz.

Pronta. Depois é cobrir e armazenar em um lugar escuro (coloquei em um armário) de 3 a 5 dias

Não levei muita fé. Já tentei fazer brotos e sempre me dei mal, até hoje não consegui que não mofassem. Pois hoje, calor, 3 dias depois, lembro e vou olhar.

Coei, coloquei um pouco mais de açúcar mascavo e engarrafei. Conseguem ver as bolhinhas?
Achei parecido, de longe, com cerveja, digo, o sabor fermentado. Com gosto de abacaxi, claro! O açúcar mascavo dá um tom terroso. Fica licoroso, encorpado. Bem refrescante, dá vontade de tomar tudo de uma vez.

A intenção em colocar um pouco mais de açúcar foi continuar a fermentação
Aprovado. Vou testar outras receitas. Dizem que é muito saudável.

Receita aqui: https://www.youtube.com/watch?v=IAZ8fvgMc-8
É só procurar por Tepache que vocês acham várias versões desta bebida.
Saúde!

30 de set. de 2018

E o inverno se foi...

Parecem séculos desde que postei fotos das peludas. As fotos estavam no celular e eu me demorando a descarregá-las. Aqui começo uma atualização delas:

Benta bem no início de um bocejo (adoro)

Esta foto foi tirada no inverno: rara ocasião em que elas ficam perto uma das outras

3 de jan. de 2018

Fotos de amanheceres

Eu penso que um ano novo começa a cada dia, apenas convencionamos que seria na virada de 31 de dezembro para 1 de janeiro. Então podemos recomeçar todos os dias. Só que todo o clima de Reveillon é uma energia bem poderosa para fazermos algumas mudanças e iniciarmos novos caminhos, atitudes e hábitos. 

Meu novo interesse: tirar fotos de meus amanheceres (céu, em geral). Este foi no inverno, pássaros

Esperei o prazo regulamentar e saí do Facebook (novamente) e...aqui estou! Não tenho problemas em deixar o Facebook, o que é ruim é que várias empresas, grupos de caminhada etc. só têm página lá e não mais website. Isso dificulta muito para quem não quer ser sugado para o buraco negro da distração e tempo perdido, mas, enfim, é uma escolha e como toda escolha tem pontos positivos e negativos.
Outra volta a um bom hábito é que eu tinha vendido minha TV, no início do ano passado. Estava só com uma tela que tenho de um rádio-TV. Acontece que aqui, no Brasil, estão mudando para a TV digital e o sinal analógico será desligado, em minha cidade, em 31 de janeiro. Pensei por 3 segundos em comprar uma nova TV já adaptada e logo perdi a vontade. Passei alguns anos sem TV, quando morei em Florianópolis e Santa Maria e, sinceramente? Para mim não faz falta.  Critico quem tem? Não. Reforço: PARA MIM, não faz falta. Então viva e deixe viver. Aproveito tanto o tempo, caminho, leio, tomo meu chimarrão e bato papo, arrumo minhas coisas, escrevo, contemplo, enfim, gosto de viver assim e já estou na fase de viver, ao máximo, como gosto e posso.

Não sei se já postei esta foto, mas gosto tanto dela. A Benta contemplativa (ou fofoqueira, cuidando a vida dos outros, como quiserem)

Outra mudança, já perceberam, voltei mais ao blog. Estava sentindo falta de escrever mais ou, ao menos, colocar coisas mais significativas. menos superficiais e rasas. 
Recomecei minhas caminhadas. Eu estava muito sedentária, me afastei de algo que amo, que adoro que é caminhar. Hoje, caminhando, estava pensando: caminhar é tão meditativo para mim, fico sensível ao visual, às sensações, aos pés tocando o chão. Caminhar "me dá barato", devem ser as endorfinas hahaha. Por conta disto, e como estímulo, já vi uma das caminhadas tradicionais, no Brasil, e vou treinar para ela (100 e poucos quilômetros). Vai ser em um feriadão lá por junho e, se tudo der certo, posto fotos aqui.

Este é apenas um dos fantásticos amanheceres que presencio. Divino, não?

Um tempo depois que me mudei, comecei a sentir, de novo, umas coceiras de cigana, de me mudar, mas parei. Trabalhei o sentimento de contentamento por estar onde estava, era o apartamento que eu queria e foi um lance de "sorte" (muita sincronicidade aí) comprá-lo e por um bom preço (na época, estava desempregada, free lancer). Pequeno, um dormitório, quarto piso sem elevador, popular, mas...bem na medida de meu viver, silencioso, tem sol da manhã durante TODO o ano, posso dormir de janelas abertas (praticamente não tem mosquitos) e tem esta vista deslumbrante. Uma das poucas desvantagens, que me incomoda, é ter poucos recursos bem perto. Tem dois mercados de bairro, na frente, mas muito limitados. E, claro, eu gostaria de ter um lugar para plantar, mas já vi que aqui não dá. Falta cultura e educação do pessoal do condomínio.

Lua

Não estou com muita disposição de me mudar tão cedo, até porque moro perto de meu trabalho atual, então a ideia que anda circulando é minha irmã e eu comprarmos um lote de terra para sítio, um lugar de descanso e para plantarmos. Vamos ver, é apenas o embrião de um plano. Nos demos este ano para decidirmos e vermos onde o vento nos leva.
Além de paz de espírito (lema deste ano), tenho que trabalhar MUITO a disciplina. Andei meio jogada ultimamente e acabei engordando e desabando. Todo mundo morre, mas quero fazer este meu trajeto, pela aventura da vida, o melhor que puder, com o máximo de saúde que puder. A minha parte eu vou fazer, a genética e o meio têm sua influência, mas se a gente não fizer nada eles tomam conta.

Rara fotos das 3 gatas juntas. Delícia conviver com elas.

A vida é uma aventura e é esta que temos. Vamos parar de nos poluir, em todos os sentidos, e aproveitar este tempo precioso que não volta atrás.
Vou usufruir minha vida, do jeito que dá, do jeito que posso. 
Fiquem BEM e fiquem NO BEM!