31 de dez de 2013

2014: o tema é CORAGEM

Um dos poucos rituais que sempre faço, no fim/início de cada ano é a LISTA DE AGRADECIMENTOS. Não sou de nenhuma daquelas superstições de comer lentinha, romã, uva etc. Se tiver até como, mas sem a intenção de que seja algo mágico. Aliás, acho que são dois rituais que faço. Além da lista de agradecimentos, antes da meia-noite, me recolho e oro ou medito. Acho que esta é a verdadeira purificação de fim de ano. Quando meus pais eram vivos, eles faziam isto também. Claro, mais em um viés católico, mas era um momento de reflexão.

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Em 2013 eu superei (preparem-se que o babado é forte): labirintite, cirurgia de emergência da vesícula, infecção, cirurgia de retirada de um câncer de pele, tratamento de canal de um dente inflamado, perebas mil. Estou aqui, depois de quase ter desistido do doutorado, terminando...arf, arf! Enfim, foi um ano bem difícil, muito difícil, mas consegui manter a calma, me manter centrada e seguir em frente. O negócio é seguir em frente, sempre pra adiante. Apesar dos meus achaques e daqueles das pessoas chegadas, sobrevivemos, quase todos. A última tia viva que eu tinha e de quem gostava muito, se foi. Pra ela, deve ter sido uma libertação, fica a saudade. Na vida profissional, muitas dúvidas e algumas decepções. É, sobrevivi a 2013 e uma nova onda de renovação se apronta à minha frente.
Para 2014 meu tema é CORAGEM. Cada ano elejo um tema, no próximo ano preciso desenvolver coragem para seguir o meu chamado. Sinto um 2014 bem surpreendente e mais refrescante do que 2013, vamos ver.
A todos: um feliz ano novo que nasce novo todos os dias!

28 de dez de 2013

Benta e a implicância com minha abaya

Postagem originalmente publicada em 10/10/2011.
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Adoro roupa árabe e hindu mas são bem esvoaçantes, né?
Ano passado a Benta era pequena e ainda não tinha atinado para os panos "flanando" quando eu caminho, mas, este ano, é diversão pura e só rezo para ela não rasgar minhas roupas.
No vídeo, eu não estava provocando, pelo contrário, estava tentando livrar a barra de minha túnica. A Benta morde e quer carregar pra cima do sofá ou pra algum canto.
É uma figura! Minha ratinha, morceguinha, hiperativa amada!

27 de dez de 2013

Crônicas da Clara Francesca: a família aumentou

Postagem originalmente publicada em 20/03/2011. Revista e ampliada.
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Para fazer companhia para as estripulias da Benta, que aterroriza a pobre da Mel, decidi adotar mais um gato. Inicialmente tinha me apaixonado por um gatinho cego que tinha visto na Internet. Só que a suposta "protetora" simplesmente sumiu e quando reapareceu disse que o gatinho "não estava mais com ela". Nem vou comentar para não estragar a postagem, tá? Mas leiam os meus pensamentos: *&^$@*$%^@!
Depois me veio uma nostalgia de minha primeira gatinha, a Mimi, uma gatinha branquinha e decidi adotar um gato branco. Vi que a Marília tinha resgatado uma gata branquinha, em Porto Alegre, e me candidatei. Pela dificuldade de transporte e enviar a gatinha até Santa Maria a adoção não rolou.
Também vi um gato branco, em uma das minhas caminhadas, em Silveira Martins, no prédio que estava sendo reformado da Pousada Pinton, mas como eu não tenho carro, também ficou difícil.
Logo em seguida vi na Lista Gatos que a Míriam Mundis tinha resgatado um trio de irmãos e um deles era uma gatinha branca. Levantei a mão. Depois de várias tratativas, a Míriam, que é veterinária, trouxe a Elena (na época) de ônibus de Porto Alegre a Santa Maria. 4h de bus...mas disse que a gatinha veio dormindo a maior parte do tempo.
Chegou e já entrou como se conhecesse o apto desde sempre. Já foi brincando com uma rolha de cortiça sob os olhares desconfiadíssimos da Mel e da Benta.

Míriam ajudando na adaptação

Benta com cara de: xi, que coisa desbotada, descolorida e alvejada é essa?

Clara Francesca, ex-Elena, nem aí

Primeira interação entre a Benta e a Clara. Até hoje não são exatamente as melhores amigas

De vez em quando até acontece uma brincadeira, entre as duas, mas logo vira estranhamento

Primeiro dia da Clara Francesca comigo e eu toda feliz
Achei a Clara Francesca grande, ela veio com 6 meses, a mesma idade (aproximada) que adotei a Mel. Tinha me acostumado tanto com a pequenez da Benta que achei a Clara ENOOORME!

Seja bem vinda ao clã!
Segundo a Míriam, a data provável de nascimento foi 4 de outubro. Dia que era do aniversário da minha mãe e dia de Francisco de Assis. Ganhou o nome Clara por ser branca e por lembrar Clara de Assis, parceira da fé de Francisco e daí o seu segundo nome, Francesca. Foi encontrada em um contêiner de lixo, junto com os outros irmãos, pela Míriam. Estranho mundo onde a vida de humanos e não-humanos é posta no lixo...
Bem, o que interessa é que a vida venceu e a família aumentou.

26 de dez de 2013

Crônicas da Mel: há muito tempo trás...

Postagem originalmente publicada em 08/11/2010.
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A Mel, Melita, está a quase 8 anos comigo. Eu ainda morava em POA, em uma casa, e já tinha tido muitos gatos e cachorros, mas nenhum exclusivamente sob minha guarda. Todos eram "da família, da casa". Eu estava em um fase carente, mas não de receber e sim carente de dar amor e cuidado. Meu pensamento era que eu queria e precisava cuidar de alguém. Resolvi adotar um gato, macho de início. Entrei em contato com o pessoal do Bicho de Rua e me ligaram, tinham era uma gatinha, jogada no terreno de uma veterinária na zona sul. Concordei em olhar o bichinho e uma das pessoas que trabalham na organização foi até em casa, de noite. Fui apresentada à gatinha de olhos mais lindos do mundo: pura cor-de-mel. Não tive dúvidas: adotei. Ganhei uma castração a baixo custo quando ela ficasse maiorzinha.

Fotos digitais só atuais
 Mel nunca foi daquelas muito arteiras, que me lembre ela quebrou uma caneca (linda, por sinal) e é isso! A maior preocupação que me deu foi quando, depois de uma semana em casa, ela sumiu! Na época, eu ainda não tinha a noção de ter gatos em casa e eles perambulavam pela vizinhança. Depois de quase duas semanas...eis que ela surge como se nada tivesse acontecido. Estava sentada na porta, esperando para eu abrir. Eu que já tinha dado os potes dela tive que improvisar, ela entrou, comeu, bebeu e, depois disso, nunca mais desapareceu. Sabe-se lá o que aconteceu neste tempo...

Linda demais
De lá pra cá a coitada enfrentou: uma mudança para Floripa (primeira vez que andou de carro), a vida dentro de casa, mudança provisória para POA novamente e, finalmente, encontramos nosso chão em SM, ufa! Quando fomos para Floripa, ela começou a manifestar uma tosse e espirros. Desde lá peregrino por veterinários e cada um dá um diagnóstico diferente. A última, já aqui em SM, disse que era alergia, e acho que acertou. Deu um corticóide e a Mel passou 5 dias sem nada. Mas, como a própria vet disse, não dá pra passar a corticóide, então os sintomas voltaram. Não tenho tapetes, nem cortinas, nada que possa provocar isto. Minha suspeita é da areia do xixi, porque foi bem na época em que ela migrou do sistema solta para o de sempre dentro de casa. Já troquei de marca várias vezes, mas, até agora, ela continua assim. Dá uma agonia. É isso que me preocupa no momento. Estou tentando encontrar uma vet homeopata por aqui, mas sem sucesso.
Da Mel, resumidamente é isso, muito calma, silenciosa, na dela. Sem grandes aventuras, AH...quer dizer...talvez daquela vez em que ela quase se afogou na piscina do vizinho e eu quase escalei o muro, de vestido, para salvá-la, mas isso fica para outro capítulo.

25 de dez de 2013

Crônicas da Benta: o banheiro

Postagem originalmente publicada em 07/11/2010.
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Achei a Benta no estacionamento de um supermercado. É bom que se diga que por "estacionamento" me refiro a uma grande área coberta, irregularmente, por britas e terra batida. Ouvi um miadinho mínimo, até pensei que não tinha ouvido direito. Tive que me esforçar para ver aquele ser minúsculo. Era uma mini mini gatinha, desidratada, careca, com os olhos infeccionados e desnutrida: o "rascunho da porta do inferno"! Não tive escolha, tive que levá-la pra casa nem que fosse só para tratar o bichinho, deixá-la ali era sentença de morte debaixo de um carro ou de inanição no forte calor de início de março. No caminho do condomínio já paramos um montão de gente, curiosos, por aquele pontinho cinza agarrado na minha blusa.

Primeira foto

Cheguei em casa e isolei a bebê no banheiro, já tenho a Mel e além de não saber se a Benta tinha alguma pereba de rua, também não podia prever a reação da Mel. Na quarentena da Benta ela: recebeu banho, um nome "MulamBENTA" (que ficou só Benta, depois), tratamento para os olhos, hidratação (não comia ainda), uma pseudo-mamadeira improvisada e uma caminha de caixa de papelão. Era uma pulga peluda, sem pêlos, era quase careca, só tinha um tufinho maior no topo da cabeça.

Primeiros dias
De madrugada miava muito...de fome! Era uma tristeza a bichinha! Mas foi se firmando, ganhando peso, a pele ficando mais hidratada, abriu os olhos que ficaram bons logo logo. Interessante é que ela, quando começou a ficar em pé, eu pegava no colo e ela olhava bem dentro dos olhos da gente. Não sei se ela via muita coisa, mas ficava assim durante um longo tempo.

Olhar hipnotizador
Também começou a negacear cedo, um mini toco de gata e já mirava meus pés como presas. Entrava no meu chinelo (croc), rolava, dava uns saltinhos, era um prenúncio do que seria mais tarde.

Pequenez e carequice...
Esta fase do banheiro foi bem difícil. Isolar as duas gatas, eu não tinha experiência nisso, madrugadas de mamadeira e, principalmente, até ali, eu não tinha intenção de ficar com a Benta. Estava em uma situação bem complexa, desempregada e em total instabilidade de vida. Mais uma gatinha bebê? Hmmm...situaçãozinha complicada e que ia ficar pior na próxima etapa: liberar a Benta do banheiro e apresentá-la à casa e à Mel...

15 de dez de 2013

A Vida Antes dos Gatos VS. A Vida Depois dos Gatos

Seu jantar, antes de gatos:


Depois dos gatos:


Atire a primeira bola de pelo quem não passou por várias destas...
http://www.buzzfeed.com/erinlarosa/a-vida-antes-dos-gatos-vs-a-vida-depois-dos-gatos

30 de nov de 2013

Benta à milanesa

Semana passada estou eu, bem bela ou nem tanto, na minha rotina rotineira de escrever a tese e a Dona Benta vem me saudar, passa daqui, passa de lá e eu vejo umas coisas nas patas dela. Gelei!


Pensei: o que será isso? Carrapatos? Em apartamento? Vermes? Mas elas estão vermifugadas! Claro que ela não ficou paradinha para eu ver e tive que seguir a magrela pela casa. Ela meio desconfiada que eu ia atrás dela pra todo canto e tentava pegar nas patas pra ver o que seria aquilo.


Nem conseguia imaginar o que poderia ser. A Benta não aparentava estar com dor, mas eu sei que os gatos disfarçam bastante qualquer fraqueza. Até que ela foi para o tapete da cozinha, eu fingi que estava fazendo alguma coisa e deixei ela relaxar.


Olhem o estado dos "pés" dela! Seriam pega-pega (Desmodium adscendens)? Mas de onde os pega-pega (sei lá o plural...) teriam vindo? Elas só ficam dentro de casa!


Eis que...descubro o mistério. Benta foi se divertir no boxe do banheiro, onde coloco o pote de água (já que ela tem mania de virar ou dar patadas na água) e, logo em seguida, ainda com as patas molhadas foi se aliviar na caixinha de areia . Resultado? Grãos de areia sanitária ficaram grudados, mas BEEEM grudados nas patas.

Essas peludas...sempre inventando moda!

29 de nov de 2013

Atenta às pequenas belezas

Dei aula, almocei e fui na vet pegar a ração da Mel (que a vet encomenda em bloco e sai mais barato já que é meio cara porque é ração medicamentosa). Saio do casarão da clínica  e vejo uma coisa de cores extravagantes voando.


Parei, mesmo carregando dois pacotes de ração e fiquei seguindo o trocinho amarelinho voar. Ora se eu não tive que registrar esta maravilhosa borboleta, olhem que diferente.


Na verdade tá mais com jeito de mariposa do que borboleta, mas seja o que for o desenho dela é belíssimo!!!!


Apesar da fase trabalhosa e de muitas reclamações aqui no blog, eu não perdi a sensibilidade para as pequenas belezas do dia-a-dia. A vida tem de tudo e não dá para mascarar. Tem épocas mais fáceis, mais difíceis, coisas boas, coisas ruins, folga, trabalho etc. Aprendi a ter este olho para a natureza (graças) e isto me alivia, consola e maravilha. Tem uns passarinhos lindos, todos coloridos, que pousam nas árvores em frente a minha janela. Aqui é perto de um matagal e de um morro e tem muitos pássaros, mas a minha câmera não pega tão bem da distância das árvores. Quando fico muito cansada (da cabeça) vou na janela e fico olhando ou eles, com seus cantos, me chamam a atenção.
Natureza: é o que vale a pena!


21 de nov de 2013

Santa Maria - RS: 4 anos

Hoje faz 4 anos que cheguei em Santa Maria. Saí de Porto Alegre quase à noite, depois de trabalhar manhã e tarde em um sábado. Meu sobrinho dirigindo, meu amigão Cláudio (parceiro das trilhas de caminhadas) no banco do carona e eu e a Mel, no banco de trás.

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Mudança? Um pequeno reboque com minhas roupas, algumas panelas, meus livros (o maior peso) e um colchão emprestado do meu sobrinho e que, na chuva (chuva??? Tempestade isso sim!) noturna insistiu em sair da lona impermeável, na qual estava enrolado, para se balançar ao vento e...molhar. Detalhe importante: desempregada, com a esperança de ser chamada logo no concurso para a universidade.
Aluguei um mês na casa dos fundos da irmã do Cláudio (na foto acima, ficaria bem abaixo do balão), bairro longe, mas muito bem servido de ônibus.
No mês seguinte, me mudei para um apartamento, da sobrinha do Cláudio, um pouquinho mais próximo da cidade, em um conjunto residencial bem simples, mas muito bom, na beira da estrada. Muito campo, sons ao longe e, de vez em quando escutava o toque de alvorecer dos quartéis. Foi ali que achei a Benta, no estacionamento de brita do supermercado que ficava quase em frente, do outro lado da BR (é, eu morava bem na faixa federal).

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/bb/Vista_de_Santa_Maria_(RS).jpg

Demorou quase um ano para que eu fosse chamada no concurso. Neste meio tempo, época de dureza, reservava o dinheiro do aluguel e o resto era bem controladinho. Nunca fui consumista, então não foi a coisa mais horrível do mundo, mas foi bem difícil. O que eu mais temia é que o dinheiro ia, ia e nada entrava. Trabalhar como intérprete de língua de sinais era muito mais fácil em Porto Alegre. Chegou um ponto em que eu estava pensando em fazer qualquer coisa, pegar uma vaga de comércio, sei lá. Quando eu consegui um trabalho interpretando para alguns surdos na universidade, fiquei só um mês, porque finalmente me chamaram para a vaga do concurso. Ufa! Durante este tempo eu só comprei o fogão e a geladeira. Não quis (nem podia muito) comprar móveis já pensando em uma mudança. Na imagem acima, mostra os prédios do centros, emoldurados por um dos belos morros de Santa Maria (algo que vou sentir saudades, adoro morros, montes, montanhas).

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Tomei posse, comecei a trabalhar e a vida começou a mudar drasticamente. Aluguei um apartamento bem central, enOOOrme, mais enorme ainda porque eu não tinha móveis *hehehe*, adotei a Clara Francesca, finalmente comprei uma cama e um roupeiro e curti muito a maravilhosa vista que eu tinha dos morros. Tudo foi melhorando, eu tinha mais cabeça para trabalhar na tese (quem lembra de tese quando está desempregada?), e comecei a pensar no sonho de todo brasileiro: a casa própria! Como servidora pública, então, tenho direito a algumas facilidades de financiamento, por exemplo, até determinada quantia, não precisar dar entrada (que eu não tinha mesmo) e financiar 100% do imóvel. Meio na brincadeira, na manha, fui visitando imóveis populares e depois de quase 3 meses encontrei um apartamento bem simples, mas que estava muito bem cuidadinho pela proprietária, pequeno, mas bem distribuído e que estava dentro do valor que eu podia financiar. É o lugar aonde eu moro agora. Na foto (acima), vocês visualizam um telhado em U, é a rodoviária, numa das entrada da cidade. Eu moro bem pertinho, dividindo a foto em 4 partes, seria a parte superior direita, perto de um telhado em forma de asa delta (é uma igreja).
Pensava que ia me aposentar aqui...

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A vida é uma caixinha de surpresas e no meio deste ano me foi oferecida uma permuta com uma professora de Pelotas (foto acima: morros tem, mas a uns 30 min da cidade). Aceitei! Gostei bastante de morar em Santa Maria, mas as oportunidades profissionais que Pelotas me oferece são muito tentadoras: uma comunidade surda amigável, um grupo de ILS (intérpretes de língua de sinais) super engajado, interessado e com uma qualidade imensa, uma maior proximidade com a capital, um aeroporto com voos a preços pagáveis (Santa Maria também tem aeroporto, mas as tarifas...só grandes empresários e milionários conseguem arcar) e muitas pessoas que eu conheço por lá e que são humildes e queridas. Enfim, aceitei! Daqui a, aproximadamente, 3 meses devo já estar me mudando, tese entregue e aguardando a defesa de doutorado. 

A única coisa permanente é a mudança . Heráclito (500 a.C.)

11 de nov de 2013

1 de nov de 2013

Tentando varrer o quarto

Com uma ajuda muito boa da Benta (só que não).
Deixei até sem fundo musical para ouvirem as unhas dela batendo no chão.

29 de out de 2013

Definitivamente, gatos são terapêuticos

Não sei vocês, mas eu amo olhar as peludas brincando. Me dá uma sensação tão boa, distrai, relaxa e dá esperanças.



27 de out de 2013

Benta pés de lebre


Ah sim, acertou quem disse que era a Benta na postagem anterior. Ela é maluca, mas também carente e carinhosa. Mel e Clara Francesca dormem e Benta só agita. Pela quantidade de vídeos dela vocês podem ter uma ideia.

26 de out de 2013

Levanto cedo, faço minha higiene matinal, tomo meu café-da-manhã,...

...sento na frente do computador para começar a trabalhar e...


"Quem" será que faz isto, né? Aliás, "ela" faz assim: fica desfilando de um lado para outro no meu colo, pedindo carinho, puxa meu braço com a pata e, se necessário, com as unhas...enfim...dureza estudar, viu?
Quem será???

24 de out de 2013

Gatas maiores e vacinadas

Hoje, as gatas terminaram o calendário de vacinas anuais. Como sempre, se comportaram. Benta mal sentiu. Mel é um doce. Só a Clara Francesca, tadinha, que fica com muito medo, toda tensa, toda dura. No fim, tudo certo. Agora, como disse a vet, elas estão meio caidinhas, com sono...mas estou aliviada que estão imunizadas.

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21 de out de 2013

Hoje me dei ao direito de dormir...

...até tarde.

http://frasesdavida.files.wordpress.com/2011/03/dormindo-atc3a9-tarde-i.jpg

Depois de semanas acordando de madrugada (mas bem dormida) para trabalhar na tese, me dei um dia para dormir bastante. Não sou de dormir até tarde, nunca fui. Gosto de dormir cedo e acordar cedo, mas tem dias que apetece: chuvinha, temperatura gostosa, trabalho só a partir do turno da tarde...
Amanhã vou tratar de alguns assuntos práticos da vida e que existem, queira a gente ou não, e na 4f retomo a tese. Até a ENTREGA FINAL (parece título de filme apocalíptico) vai ser assim. Que seja, está dando certo.
Boa semana para todos vocês!

20 de out de 2013

Cada vez mais me questiono sobre esta lógica

"Normal" é se vestir com roupas que você compra para o trabalho, dirigir um carro que você ainda está pagando, para chegar ao trabalho do qual você depende, para assim pagar pelas roupas, carro e casa que você deixa vazia o dia inteiro, para poder também pagar por ela. 

(traduzido do livro: "Simplicity Lessons, a 12-step guide to Living Simply", de Linda Breen Pierce, Gallagher Press por http://simplicidadevoluntariabrasil.blogspot.com.br/2012/10/normal.html)


http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2009/05/parede04a.jpg

19 de out de 2013

15 de out de 2013

Eu raramente tenho, mas confesso que me bateu a...

...insônia...

http://maladerodinhaenecessaire.files.wordpress.com/2009/12/insonia.jpg

Deita, levanta...
assiste TV,
Deita, levanta...
toma água,
Deita, levanta...
vai para a Internet,
Deita, levanta...
faz um lanchinho,
Deita, levanta...
Deita, levanta...
Deita, levanta...

12 de out de 2013

Peludas: cada uma com seu caminho espiritual

Postagem originalmente publicada em 26/06/2011.

Clara Francesca: caminho da pobreza, do retiro no cobertor de mendigo, da penitência...[em honra ao nome vindo de Clara e Francisco de Assis] 

Mel: essa já chegou no budado (olha a aura de iluminada dela!). Mantra? OM MEEEEEEL.

Benta: ahn...bem...alucinógenos?

10 de out de 2013

Mural Animal: Japonês cuida de mais de 500 animais abandonados a...

Mural Animal: Japonês cuida de mais de 500 animais abandonados a...: (Com vídeo) - Tudo começou com Atom, o cão que nasceu dias antes do tsunami que atingiu a usina nuclear de Fukushima em 2011, e que obrigou ...

9 de out de 2013

Um dia como todos os outros: um dia diferente

Uma pequena pausa nas postagens recicladas.
...
Hoje, nesta tarde, faleceu a última tia que eu tinha, a geração que me precedeu não existe mais. Não a vi no hospital, mas minha última visita na casa dela foi boa, apesar dela já estar bem doente.
O ser humano vê significados onde, talvez, não haja nenhum significado...ou haja...
Voltei do almoço e coloquei o vestidinho que ela me deu.
Procurando uns chaveiros, encontrei duas medalhinhas que ela me deu. Uma, de propósito; outra caiu de uma sacola que ela segurava.
Recebo a notícia e olho pela janela, uma grande ave plana nos céus.
Nos chamávamos de bruxas, ela sempre foi a cigana personificada da família, não no aspecto de se mudar, de ser nômade, mas na aparência e nas bruxices. Será?
Era aquariana, como eu.
O que eu posso dizer?
A morte é triste para quem fica. Todos morreremos. Sabe-se lá o que é, a vida já é bastante complicada e complexa e deixemos os mortos enterrarem os seus mortos.
Espero, sonho que, se existir algo mais, vás bem, depois de te recuperar das marcas da doença, que parentes e amigos te recepcionem e que vás em paz para esta nova aventura.


http://3.bp.blogspot.com/-uRcIcGXIgBI/UDkWkJx6wPI/AAAAAAAACJs/n-lijrxIDpY/s1600/flor.JPG

Se minhas gatas fossem humanas, elas seriam...

Postagem originalmente publicada em 03/07/2011.

Mel, a superior


Benta, a estupefata


Clara Francesca, a gudi-gudi

Acho que a Clara Francesca poderia ser outros personagens, mas não encontrei um desenho (é de desenho animado antigo...).

8 de out de 2013

Para quem chegou agora, para relembrar e para me poupar...

...vou, a partir de amanhã, republicar umas postagens que valem a pena. Assim atualizo o pessoal que conheceu as peludas faz pouco tempo, revivemos momentos, mantenho o blog ativo e consigo conciliar blog e escrita de tese.
Preparem-se!

6 de out de 2013

FOTOS ESQUECIDAS NO CELULAR V: cães, gatos e pudim

da visita à comadre Beth...

Cachorrada chuleando o lugar de um dos gatos

A Pudim é uma fofa

Os olhinhos parecem duas jabuticabas

5 de out de 2013

FOTOS ESQUECIDAS NO CELULAR IV: Mel e a questão da barriga

Mel: só isso de ração???

Mel: e como eu vou manter esta minha boa forma...redooonda?

4 de out de 2013

FOTOS ESQUECIDAS NO CELULAR III: aniversário da Clara Francesca, 3 aninhos

Nossa querida Clara Francesca comemora seus 3 aninhos hoje (de acordo com a madrinha Míriam Mundis). Muita fofura, olhos azuis, bagunça, soninhos reconfortantes, mudanças repentinas de direção e velocidade.
Fotinhos e um filminho que estavam esquecidos no celular:






E, claro, sem esquecer que hoje também é o dia de uma das figuras que eu mais admiro: FRANCISCO DE ASSIS!

http://www.gateiro.com.br/lindas-esculturas-para-gateiros/